quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Vem a lua de Luanda para iluminar a rua

Folga da Caçula. Prima mais nova carregou ela para casa para mostrar como se estuda para o colégio que foi o dela. Eu, livre. Uau. Convite para cinema. Convite para Samba. Vontade de rever os meninos. Vontade de matar a saudade da Joana. Para decidir, liguei pro Maurinho. Atende uma voz fanha e funguenta do outro lado que diz que está mal para sair. Compreendo. De acordo com minha teoria, ele está com vontade de chorar. Combina com o relato de sexta que agora a separação da ex tá sendo mesmo para valer... Então tá. Num tô no clima de chororô. Decido. Cinema e Samba. Ligo pra menina que postou antes de mim neste blog e decido ir pra botafogo de carro. Estaciono em cima do quebra mola. Chego no cinema 19:15. O filme começava 19:15. Cinema cheio. Filme bom. Sentada ao lado de um Kenzo Air. Até agora me pego pensando um situações da história. Na dor da personagem. Depois, fechamento. Deixei o carro em casa. Ganhei caroninha da blogueira filha. Conversa animada sobre o filme. Filme de tragédia, com dose certa de esperança. Me espanto com o medo de tragédia que tenho. Não consigo nem falar do Daniel. Enquanto isso, o carro segue uma Lua de Jorge. (Edição do post: O Corsa branco quase bate porque a motorista se emociona com uma ligação e dirige em pleno aterro em alta velocidade, uma mão na direção e outra no celular...ainda bem que a pessoa no outro lado da linha não é "sem-noção" kkkkkk:p). Chego no samba. Com fome e sede. Já começo a noite comprando uma porção de bolinho de feijoada e 3 antarcticas original. Eu mereço. Ainda posso fumar. Ainda posso beber. Este bolinho de feijoada com geleia de pimenta acompanhado de cerveja boa e gelada virou uma das minhas definições de felicidade. E assim passa a noite. Muita cerveja. 2 cigarros. Muitos pagodinhos chatos e, no final, uma batucada de remexer com aquelas entidades que ficam lá não sei onde dentro de mim. Boa despedida. Só faltou tocar cidade maravilhosa para selar o fim da festa da bebida e do cigarro em minha vida.

3 comentários:

hellomotta disse...

§1º- Quando vi você saindo ontem, pensei: não acredito que a Chris estacionou ali.

§2º- Filme fodinha mesmo. Meu colega de lado também era beeeem agradável! =X

§3º- Pra mim, narração perfeita do trajeto via aterro seria: o telefone que toca, o coração que acelera, e a lua que brilha. =]

§4º- Feliz por mim, e por você. Porque amizade é isso! =]

hellomotta disse...

Gente... que calúnia.
Contesto a edição! Eu tava com o coração no telefone e o olho na direção.

Não fiz nenhuma barbeiragem, tá? Pelo aterro o carro vai até no piloto automático!
humpf!

Mulher Asterísco disse...

RESSIGNIFICANDO=>
FESTA = DANÇA E AGUA