sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Em visita ao Google... Primeiro passo

Ufa!

Uma primeira pesquisa no Google revelou que o universo do tema ainda é muito grande. Existe muito  incesto na literatura. E já se escreveu muito sobre o incesto na literatura. Bem, o tema ainda é complexo pois tem toda uma gama de crimes sexuais, pedofilia e abuso de menores estatisticamente relevantes. Neste momento não vou focar nisto, porém tb seria interessante comentar sobre o incesto no angulo de quando é o pai que rompe a lei.

No estado da arte, a idéia central do artigo está relatada no post anterior. E uma listinha para ser seguida vem abaixo. Será que, ao exemplo do menino Diego, vou conseguir levar à diante uma maratona, motivada unica e exclusivamente por uma idéia e a possibilidade de realizá-la?

Edipo Rei ok
Os Maias ok
Tragédia na Rua das Flores ok
Lavoura Arcaica ok
A terra - Emile Zola - a ler
O Incesto,: Sá-Carneiro, Mário de - a ler
 SÁ-CARNEIRO, Mário. Loucura... e O Incesto. Rio de Janeiro: Lacerda Editores, 1997. ( é o mesmo de cima?)

 A Casa do Incesto , Anais Nin - a ler
Eugénie de Franval ou o Incesto de Marquês de Sade - a ler
O Incesto, Rene Ariel Dotti - a ler

obs1:A Companhia das Letras planeja lançar, em junho de 2010, Invisível, novo trabalho do romancista norte-americano Paul Auster, 62, 

HQ: 

  Assunto de família ,Will Eisner.
Joe Blow, de Robert Crumb,

Filmografia:  
Lavoura Arcaica, Luiz Fernando Carvalho de Almeida, Europa Filmes, tel. (11) 2165-9000filme “Do Começo ao Fim”, de Aluízio Abranches, ganha em disparada como maravilhoso.Os Maias, Luiz Fernando Carvalho de Almeida, Som Livre, somlivre.globo.com
  • La Luna, Bertolucci

  • Extras:
    http://veja.abril.com.br/140307/p_092.shtml



    Mitologia - Deuses se casam com meias irmãs
    Antropologia - O Tabu do incesto em alguma de suas formas
    Psicanalise - O pai (Freud e Lacan)

    O Livro do Edmundo Moniz


    Aceitodikas

    Um comentário:

    Diego disse...

    Ué, você não vai ler o Totem e Tabu, do Freud? E, embora não fale especificamente sobre o incesto, acho interessante ler Elisabeth Roudinesco. Em "A família em desordem", ela tem um capítulo, "Quem matou o Pai", que se debruça sobre o modo de Freud interpretar Édipo, o quanto Freud não estava isento (mas imerso numa cultura burguesa) ao ler Édipo. Joga luz sobre a leitura de Édipo que temos difundida.