quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O presente

Um estranhamento já não mora mais em mim.
Sinto conforto em minha situação. Senti falta de galera em alguns momentos. Mas nem tanta. Tinha livro, A TRAGÉDIA NA RUA DAS FLORES, que achei num sebo e comprei dois. Ainda bem, porque um deles, o que estou lendo, já desmoronou...
Além disso, eu, a caçula, o Gaspar e o mar mais lindo.
Coincidência, na volta, num breve papo com a Andréa e ela me diz que continua com o André mas não sabe como pois precisa ter muita paciência. Eu já tinha dito pra caçula que com o André dela nós não estaríamos lá, nos divertindo. Sim, porque ter um marido, namorido, invariavelmente é ter alguém cheio de complexos, problemas, que se magoa e ofende facilemente, ou então alguém que nos irrita, que não quer fazer as mesmas coisas...sei não...acho que vai ser um pouco difícil acostumar com algo um pouco mais complexo do que o que está na minha mão e na minha vida agora. Vai ser difícil me acostumar com menos liberdade do que tenho. E nem vou tentar mudar isso...
Mas, felizmente, isso não é um problema. Não viver desejando refazer o passado, nem esperando um futuro brilhante já é um presente. Um dia de cada vez, aos goles... não tenho idade mais para desperdiçar meus dias.
Há paz. Há amor.
O milagre das férias habita em mim.

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