Quando eu durmo com ela e acordo no meio da noite, fico quietinha, observando, imóvel, de algum jeito que eu não a acorde. É uma maneira de sentir que ela tá ali, no meu ombro, e ter aquela sensação super gostosa de que não vai sair nunca mais.A gente quase não tem conflitos (não lembro de nenhum, pra dizer a verdade) e isso é super arrematador. Ela me surpreende a cada dia, como ontem, que fez um jantar supergostosinho antes da sessão cinema com Le Petit Nicolas, acompanhado de uma supertravessa de morangos com brigadeiro. Ela cozinha. Eu lavo a louça. Diz ela que é uma divisão superjusta. E quando ela monta aquele sorrisinho de quem tá resmungando, quem sou eu pra questionar?
Minha vida de solteira é linda. Minha vida de apaixonada é fantástica.
Hoje tem encontro de blogayros com presença do paulista. Quem quiser, é só se achegar!
Vamos dividir os sonhos, a felicidade e a vida, babes!
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