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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Nenhuma novidade, na verdade

Falar que eu sou daquele tipo de pessoa que se joga de cabeça na paixão, não seria surpresa pra ninguém. E falar que eu tô namorando e extremamente apaixonada, também não. A novidade é que eu tenho acordado cada dia mais apaixonada.Quando eu durmo com ela e acordo no meio da noite, fico quietinha, observando, imóvel, de algum jeito que eu não a acorde. É uma maneira de sentir que ela tá ali, no meu ombro, e ter aquela sensação super gostosa de que não vai sair nunca mais.

A gente quase não tem conflitos (não lembro de nenhum, pra dizer a verdade) e isso é super arrematador. Ela me surpreende a cada dia, como ontem, que fez um jantar supergostosinho antes da sessão cinema com Le Petit Nicolas, acompanhado de uma supertravessa de morangos com brigadeiro. Ela cozinha. Eu lavo a louça. Diz ela que é uma divisão superjusta. E quando ela monta aquele sorrisinho de quem tá resmungando, quem sou eu pra questionar?
Minha vida de solteira é linda. Minha vida de apaixonada é fantástica.

Hoje tem encontro de blogayros com presença do paulista. Quem quiser, é só se achegar!
Vamos dividir os sonhos, a felicidade e a vida, babes!

;*
h'[m]

sexta-feira, 19 de março de 2010

Exploring

Tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que eu já não me reconheço mais.

Quero me apaixonar. Quero muito.
Sim, eu já estou apaixonada, mas é um relacionamento que não tem futuro. Aliás, é um relacionamento que não tem relacionamento. Me deixei acreditar que é algo que não tem explicação e, por isso, me deixei decidir que não quero mais.
Beijos eu quero. Pros beijos dela eu terei vontade sempre. Até o momento que outro cheiro me ocupe os sentidos.

Estou na pilha de me apaixonar loucamente, completamente. Estou plenamente me permitindo isso. E me dou as chances necessárias: seja de conhecer alguém, seja por explorar alguém. Por dentro e por fora.
A verdade é que a falta de uma paixão tem me doído de uma forma que nem eu sei explicar. Ocupo todo o meu tempo que possa ficar vago e assim vejo minha vida voando como um tapete persa dos desenhos animados.

Então é isso. Eu decidi que me permito. Eu me permiti ser livre e, o principal: sincera. E ainda que por alguns minutos eu me sinta como um cafajeste hollywoodiano, a honestidade é meu maior defeito e qualidade.
E se eu tenho tanta paixão pra dar, por que guardar dentro de mim?

Porque se me faz bem, que mal tem?


O título do post seria "Eu me permito", mas eu lembrei do filme "O Menino do Pijama Listrado", que eu amava a sonoriadade de exploring, explorer. E se eu tô num momento de expansão de território, nenhum título se enquadraria melhor.

h'[m]