quarta-feira, 25 de julho de 2012

O quanto ainda dói

Os dias passam. A dor não. Já se passaram 2 meses que a felicidade não mora mais em mim.
No rosto apenas sorrisos falsos ou temporários. Tentando esquecer e esconder toda a bagunça que ficou por dentro.

Preciso esquecer. Preciso esquecer. Mas por que? Porque precisa ser desse jeito tão difícil?
Eu tenho tanta coisa engasgada pra dizer. Entre pedidos e desabafos, um nó persiste na garganta. Uma outra lágrima se mostra viva, e me faz lembrar que ainda é preciso lavar tudo por aqui.
Eu me permito chorar, mas não o tempo todo. É preciso viver. E eu tenho fingido uma vida que até eu, as vezes, acredito.
O quão bem está do lado de fora, é inversamente proporcional à vista horrível que ficou por dentro.

Dor. Dor. Tenho paciência e espero. Cicatrize com calma.
E vamos pra luta. Porque a vida segue.

h'[m]

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Saudade que mata, ou quase isso

Depois de 4 semanas aprendendo a superar um pé na bunda, você opta por gastar todos os minutos do dia para evitar um momento de depressão.
Aí ok. Já chega em casa, pula no banho, bate na cama e, apaga. Não sei quanto a vocês, mas eu sonho cada segundo, as vezes lembro, as vezes não. Mas geralmente lembro.

Ontem foi assim, bati na cama e fui: O telefone tocava e eu não acreditava, era ela me chamando pra jantar. Depois do susto, um banho, uma caprichada no vizú e fui. Chegando na porta do restaurante, sinto uma pressão no meio do peito, ela faz uma cara de assustada, me abraça e fala: "Fê, você levou um tiro!".

Ploft!
Acordei as 2h da manhã extremamente assustada. Demorei a pegar no sono de novo. Foi difícil acordar pra trabalhar, foi difícil focar no trabalho e tô indo arrastada pra academia.
Mas pior é perceber que passei o dia todo pensando: "teria valido o tiro".

Por que a gente é assim, me diz?
POR QUE?

h'[m]

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Xodades é o caralho!

Aí que você posta uma frase no facebook super compactando o final de semana, cheio de atividades físicas e sociais.
Aí que você se dá o trabalho de escrever algo bonitinho e delicado, que fique subentendido que, independente do que foi feito, nada sozinho é tão gostoso quanto o coletivo, mostando a suavidade do misto de emoções.

Aí você, ainda em êxtase, ainda digerindo tanta felicidade, recebe um aviso de novo comentário no facebook.

- "MUITO BOM,LEMBRAR! XODADES"

Porra. Deletei, lógico. Nem pensei duas vezes.

O primeiro erro nesse comentário é: "TÁ GRITANDO POR QUE, PORRA?"
E o segundo. XODADES?

Na Boa. Xodades pra mim é saudade de Xo#@!
Volta pro Orkut, volta?

Sério, tô revoltada.
f'[m]

terça-feira, 12 de junho de 2012

Bilhete Vazio


Estou o dia inteiro com a cabeça num papel - e no Song Pop, claro. Queria escrever uma carta pra você. Peguei a caneta algumas vezes, mas sempre a jogava de lado, então pensei: por que não um post?

Mas ao abrir o blog, descobri o motivo da caneta não ter trabalhado hoje: nada tenho a escrever à você. Pelo menos não agora. O melhor que você tem de mim é o silêncio. Porque, nesse momento, você já não me serve.

Até.

h'[m]

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Dia após dia

Cada novo dia é uma terapia e um misto de sensações. De raiva à saudade. Mais raiva do que saudade. Mais saudade do que raiva.

Sexta feira, um amigo me contou que iria ao Skol Sensations já era depois das 10h. Liga pra cá, manda mensagem pra lá... Posso ir com vocês? Claro.
É um sai do trabalho correndo pra cá. Um corre no shopping pra lá. Aborta toda missão e corre pra casa do amigo.

Fora o engarrafamento da ida, e a Dutra interdidata na volta. A viagem foi completamente maravilhosa. Amigos para ouvir e aconselhar. Restaurantes deliciosos pra experimentar, e a festa... Ah! A Festa! Foi a coisa mais incrível que eu já fui e vi na vida.


Chega deu uma dor no peito na hora de voltar. A hora em que a explosão assenta, a ficha volta a começar a cair. Voltar pra casa pra quê? Não tenho mais nada de interessante por aqui.


As vezes me pego sobrevivendo ao invés de viver. E não, não acho isso certo. E também não adianta... Já sei que vai passar. Já sei que só preciso dar mais tempo. Mas... dói! E como dói! E a dor é uma coisa que te tira do foco. Que você já não consegue racionar. E é o que está acontecendo por aqui. Tá difícil de raciocinar.


E enquanto o foco não volta, o negócio é ocupar o tempo com tudo e todos. Agradecendo os elogios, focando no cuidado da saúde, aproveitando cada festa e esperando o inesperável... tempo.

f'[m]

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Os Anos que passam


Para quem não sabe, ontem foi meu aniversário, mas não teve festa. Reuni uns amigos para tomar um chopp e preencher o vazio que ficou pelo término de um relacionamento que faria 1 ano no próximo dia dos namorados. Seis dias se passaram e, lógico, ainda não foi o suficiente para essa dor passar.
Uns dias doem mais, outros menos. Mas dói. Nuns eu choro mais, noutros menos. Mas choro.

Seis únicos dias nos quais eu já fiz coisas que não queria fazer, deixei de fazer outras que eu queria e para algumas coisas eu ainda não faço idéia se quero ou não fazer.
Seis dias que fingi rir enquanto chorava, e que respondia "Tá tudo ótimo" quando queria dizer "Tá tudo uma merda!".

Seis dias que estiveram cercados de outros 345. Filmes se passam. Coisas que não fazem sentido. O continuista responsável pelo filme da minha vida deveria ser imediatamente expulso da academia. Proibido definitivamente de exercer essa função novamente.

Mas também foram seis dias que percebi estar cercada de muita gente querida. Queridas e valiosas.
Uma mão que se estende de onde eu menos esperava.
Amigos que reapareceram para mostrar que 1 mês ou 1 ano longe não fazem a menor diferença em uma verdadeira amizade.

Eu acabei de fazer 28 anos, mas foram os 6 últimos dias que me alertaram para todo o aprendizado e maturidade que eu não imaginava ter. E que me fazem assumir o que eu sempre soube mas tentava esconder: escrever é terapia para os dias não tão felizes.

Ainda bem que eu tenho aqui meu espaço. Aqui é minha casa.
Vida que segue. E recomeça.

Bom retorno para mim.

f'[m]

sexta-feira, 16 de março de 2012

Informações que podem ajudar um Amigo

Para quem não sabe, eu tive uma crise convulsiva na quinta-feira passada. A princípio, evento único e causado por hipoglicemia.
Passada uma semana - e o susto - procurei me inteirar sobre o assunto, lendo matérias e definições que pudessem ajudar a identificar o motivo e se haverá necessidade de tratamento continuado.

De tudo que li, o mais importante foi descobrir que a convulsão é um distúrbio resultante relativamente comum, porém, pouquíssimo entendido e que acompanha uma série de mitos.
Como tive a sorte de estar acompanhada de amigos que souberam me ajudar, gostaria de repassar as informações abaixo, que poderão ser de extrema importância para ajudar um colega no futuro.


Procedimentos durante uma crise convulsiva
A crise convulsiva costuma ser um momento muito estressante. A primeira coisa que deve se ter em mente é que a maioria das crises dura menos que cinco minutos e que a mortalidade durante a crise é baixa. Assim, deve-se manter a calma para que se possa ajudar a pessoa.

Medidas protetoras que devem ser tomadas no momento da crise:

- Deitar a pessoa (caso ela esteja de pé ou sentada), evitando quedas e traumas;
- Remover objetos (tanto da pessoa quanto do chão), para evitar traumas;
- Afrouxar roupas apertadas;
- Proteger a cabeça da pessoa com a mão, roupa, travesseiro;
- Lateralizar a cabeça para que a saliva escorra (evitando aspiração);
- Limpar as secreções salivares, com um pano ou papel, para facilitar a respiração;
- Observar se a pessoa consegue respirar;
- Afastar os curiosos, dando espaço para a pessoa;
- Reduzir estimulação sensorial (diminuir luz, evitar barulho);
- Permitir que a pessoa descanse ou até mesmo durma após a crise;
- Procurar assistência médica.

Se possível, após tomar as medidas acima, devem-se anotar os acontecimentos relacionados com a crise. Deve-se registrar:- Início da crise;
- Duração da crise;
- Eventos significativos anteriores à crise;
- Se há incontinência urinária ou fecal (eliminação de fezes ou urina nas roupas);
- Como são as contrações musculares;
- Forma de término da crise;
- Nível de consciência após a crise.


O que NÃO fazer durante e após uma crise convulsiva
- Várias medidas erradas são comumente realizadas no socorro de uma pessoa com crise convulsiva. Não deve ser feito:
- NÃO se deve imobilizar os membros (braços e pernas), deve-se deixá-los livres;
- NÃO tentar balançar a pessoa. Isso evita a falta de ar.
- NÃO coloque os dedos dentro da boca da pessoa, involuntariamente ela pode feri-lo.
- NÃO dar banhos nem usar compressas com álcool caso haja febre pois há risco de afogamento ou lesão ocular pelo álcool;
- NÃO medique, mesmo que tenha os medicamentos, na hora da crise, pela boca. Os reflexos não estão totalmente recuperados, e pode-se afogar ao engolir o comprimido e a água;
- Se a convulsão for provocada por acidente ou atropelamento, não retire a pessoa do local, atenda-a e aguarde a chegada do socorro médico.
- NÃO realizar atividades físicas pelo menos até 48 horas após a crise convulsiva.


Espero que a dica não seja necessária. Mas a informação é a melhor arma de combate, né?
Até logo, pessoal!


Beeeijo!
h'[m]

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Matematicamente confuso

Eu costumo me dar bem em relacionamentos no geral. Sou do tipo "poucos conflitos", sem sangue nos olhos. Costumo ser paciente, boa ouvinte, mas confesso que não sou boa conselheira.

Não sou de brigar muito com meus pais, desde que eu esteja um cadinho longe. Talvez seja esse o motivo de eu me aproximar demais das pessoas e, não mais que de repente, dar uma sumida. De outra forma repentina, apareço: meses depois com a cara de quem saiu por 5 minutos pra tomar café e está voltando.


O blog, na verdade, tem colhido um pouco disso.Talvez seja a forma que encontrei de evitar desgaste, de evitar rancor, ou mesmo de obrigar os eixos a se manterem fortes na minha ausência.


Alguns dos meus melhores amigos já entenderam isso, e mesmo sem nos ver a meses, continuam me chamando do mesmo apelido e, vez ou outra, me ligam com um "vamos tomar aquele choppinho hoje?". Eu gosto disso. Aquela historinha de "Cara, por que você faz isso? Você some! Se eu não te ligar você não liga, né? Por que você não foi não-sei-onde, não-sei-quando e não-sei-porquê?". Isso me dá um pouco de argh. Acho que, realmente, a fase sumir sempre fez parte de mim. Algumas vezes bem cíclicas, outras não tanto.




Independente de sumida ou não, conflito nunca foi o meu forte. Eu evito ao máximo. Sou do tipo super-paciente que analisa os pros e contras. Quase um intermediador. Não é a toa que eu faço parte de diversos grupos de pessoas completamente diferentes entre si. E essa mistura geralmente dá certo.

No namoro eu não sou do tipo barraqueira ou ciumenta. Quer ir, vai. Não quer ir, fica. Se eu quero que você vá, e você não vai... "senta aqui, me explica o porquê. Deixa eu entender!"

Eu realmente gosto de entender as coisas!

Se eu puder unir as vontades, perfeito. Se não der, na maioria das vezes, prefiro me omitir pra agradar e conciliar a maioria. Eu sou do tipo que gosta mais de dar (presentes, seus maldosos) do que receber. Eu realmente gosto de agradar. E é verdade que não agradar alguém me incomoda. Quando eu sei que alguém não foi com a minha cara eu fico pra morrer. Mas também confesso que isso tem me incomodado bem menos do que já me incomodou ontem. E espero que bem mais do que me incomodará amanhã.


É verdade que nem tudo é esse mar de flores que eu escrevi.

Eu sou meio sistemática e costumo gostar das coisas meio que conforme o planejado, ou, ainda, conforme a onda. Mudanças bruscas me irritam, mas só um pouco.Exatamente pelo fato de ser boa conciliadora, ser contrariada não é o que - de fato - mais me irrita. O que me irrita é não RESOLVER. Eu posso não entender, não aceitar, ou o que seja. Mas se alguém tenta explicar, as coisas se resolvem. Se você não entende, não aceita, mas não me deixa explicar, o problema é seu. Mas se eu não entendo, não aceito, mas ninguém quer me explicar, a coisa fica bem ruim. Do jeito que tá agora.

Matematicamente falando, tô com uma programação funcional travando no looping, mas o chefe do banco de dados tá de férias em Salvador... Enquanto isso, vamos gastando MB e queimando HD.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Olha a Hellomotta aí, gente!

Todo final de semana deveria ser final de semana prolongado. Sei que tô super sumida, mas tive que voltar pra dar o ar da graça!

Dia 20 foi feriado aqui no RJ, pra quem não sabe. E, também pra quem não sabe, dia 19 foi o dia da primeira-dama. Não de todas, mas da minha.
Tivemos comemoração quinta, sexta, sábado e domingo. Ufaaa!

Na quinta-feira, ela - que tem um puta bom gosto - escolheu o Miam Miam pra comer em família: Ela, o irmão, a mãe e eu(oi?). Sempre ouvia falar desse restaurante, mas nunca tinha ido. Quando cheguei, achei meio decada de 80. As mesas do lugar pareciam as da minha avó, e eu lembrava das coca-colas de vidro que tinham sobre aquela mesa - a da minha avó, não a do Miam - em dias de festa.
Namorada informou pra mesa que todos os móveis ali estavam à venda. Todos os itens de decoração, na verdade. Lembrei da Narcisa, e pensei "como rico é um bicho estranho". Olha, desculpa. Vintage é o caralho! Aqueles móveis eram velhos! De "vintage" não tinha nada! Mas enfim...
Depois de eu reclamar de tudo um pouco - da iluminação que era péssima, do lugar que era "feio", e do fato do Vallet simplesmente bloquear a calçada como se as vagas fossem patrimônio do restaurante ou da empresa - e ainda na área de espera, chegou nosso pedido de entradinhas: bruschetas e Rosbife com qualquer coisa. As entradinhas eram super simples, mas era deliciosas!
Depois de mais algumas cocas e entradinhas, chegou nossa vez de ir pra mesa. Lá, eu, ela e a mãe, ficamos na parte de carnes. O irmão não quis comer. Cada uma pediu um prato diferente e : "tcharam" chegaram nossos pratos: lindos e deliciosos. Juro! Era de comer rezando, ou "resmungando", como eu fiz! hahahaha
A conta deu médio-cara. Mas achei que SUPER valeu a pena. Se eu fosse um classificado do globo daria a cotação "$$". Fica a dica pra quem quiser fazer bonito no romance ou na paquera.


Na sexta, feriado, fomos fazer um brunch no Parque Laje e aqui vem outra dica gastronônica-cultural: Vocês precisam experimentar!
Não achei o café lá grandes coisas, mas a vista, o clima e as pessoas... Recomendo.
Até me bateu uma vibe de combinar o 1º encontro de blogueiros do ano com um picnic no Parque Laje.
O dia estava lindo, e o lugar também não deixou a desejar. Não é a toa que hospeda uma escola de artes e fotografia.

O café se prolongou até as 14h, quando partimos da calmaria do parque laje para os bons drink, na agitação de Ipanema.
Saimos de lá, sabe-se Deus quando. Só deu tempo de chegar em casa, tomar um banho e partir para São Conrado, onde fomos assistir a peça "Judy Garlland". Amigues do meu coração: ASSISTAM!

Eu tô na correria aqui, pra variar! Sem mais novidades pro momento.

Ps.: Não finjam que não entenderam a indireta do MEDDIETOPEBCS!

beeeijo
h'[m]
;*

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Gordice

Sei que estou extremamente sumida mas, no fundo, isso acaba sendo um bom sinal. É só dar umas relidas nos anos anteriores e perceber que aqui muito procuro quando estou relativamente abalada com algo.
A questão é que eu não estou só sumida virtualmente, mas sim na vida em geral. O trabalho anda frenético. Pra ter noção, só entre o "abrir a tela" até este pedaço de segundo parágrafo, já fui interrompida 3 vezes. Nem no título eu pensei ainda. Voltando ao foco do post, hoje eu vim fazer uma gordice. Porque nesse tempo que eu ando sumida, não contente de ter abolido a academia da minha rotina original, ainda inclui sessão pipoca todo dia no trabalho, pontualmente as 15h. E a gordice que vim fazer é comentar de um sabor novo de pipoca de microondas: Manteiga de Cinema.

Putaqueopariu, Yoki, caralho! Como que vocês conseguiram inventar uma pipoca tão boa?
Na boa, a pipoca é incrível. Ela chega a ser bem mais amarelada, e a mão fica daquele jeito de cinema mesmo.

O foda é perceber que mal cheguei ao trabalho, acabei de tomar meu Ninho matinal e já estou pensando na pipoca de 3 da tarde.
É muita gordice pra uma pessoa só.
Ah! O Título.

No mais, confesso que tô meio ausente dos blogs amigos, mas vez ou outra dou uma corrida pra ler. Perdi o concurso do ex-vaca, e fiquei realmente sentida.

Bom, chegou um daqueles e-mails vermelhinhos, e isso não é um bom sinal. Hora de ir!

beeijo.
h'[m]

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Bala de troco?

O Jornal O Globo publicou uma matéria que mostra o imposto nosso de cada dia!
É o próprio governo praticando a agiotagem.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Notícias populares

Tava vasculhando o Globo pra achar a justificativa de 1h de trânsito no Rebouças essa manhã, daí clica aqui, clica ali, caí na matéria que compartilho abaixo com vocês:
Will Smith ensaia volta ao mundo da música
"Will Smith iniciou a carreira como ator, tornou-se um rapper de sucesso, virou um ator ainda mais bem-sucedido e, agora, parece estar balançando o pêndulo novamente de volta aos estúdios musicais. De acordo com o produtor La Mar Edwards, o astro de Hollywood estaria preparando um novo álbum.(...)"

Bla-bla-blá, bla-bla-blá...
E pergunta que não quer calar é: Alguém reparou o tamanho do pé desse cara?
PutaqueOpariu!

h'[m]

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Revivendo a universitária

Ontem foi meu primeio dia de aula na UFF. Depois de ter perdido 1h pra esperar o coordenador pro ditocujo me entregar um formulário quando na verdade ele deveria preencher o formulário co-mi-go, lá fui eu esperar minha aula. Vinte e cinco minutos de atraso e lá vamos nós. Professor estranho abre a porta e todos os coleguinhas do corredor entram. Não contente por prestar atenção na aula - um verdadeiro milagre - eu ainda fiz anotações, lembretes, agenda e até iniciei abrir uma pasta - sou dessas que esquece o caderno e anota no net - no desktop. No final da aula, o professor me solta um comentário que a sua intensão não é reprovar ninguém, já que a matéria é eletiva, e eu me pergunto "como assim eletiva no primeiro período?!". PutaqueOpariu! Eu estava na sala errada!
Vinte minutos depois e a aula está encerrada. Corro para procurar a minha sala e, todas vazias. Volto à sala do coordenador, pouco puta, e percebo um aglomerado de pessoas na porta da faculdade. "PutaqueOpariu! - exclamo de novo - tá todo mundo no trote!".
Eu, que acho trote uma coisa patética, me preguei dois trotes no mesmo dia:
1- Fui ao primeiro dia de aula.
2- Assisti a aula errada.
Tá aí mais um exemplo de que todo castigo pra corno é pouco.

Voltei pro Rio e eu tinha que salvar o meu dia. Liguei pras amigues e chamei pra um chopp. Toparam. Choppinho, bolinho de bacalhau, carne de sol e aipim. Minha última noite antes do retorno à dieta foi super bem aproveitada. Pra finalizar com chave de ouro, hoje o almoço seria no Porcão*, mas acabou sendo na Parmê*. Minha nutricionista, com um misto de medo e vergonha alheia, se escondeu quando fui me pesar hoje. Okaaay!
Em busca dos 70 kilos perdidos - já que eu já não tô na casa dos setenta-e-muitos faz duas semanas.

O dia foi resumido em comida, pesagem, passagem e TPM alheia, mas vâmo que vâmo!

h'[m]

*Notas para os não-cariocas:
Porcão= uma das melhores churrascarias do RJ.
Parmê=uma das mais famosas pizzarias do RJ.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Chefe pra quê?

Bem como falei no post anterior, eu sou o tipo de pessoa que costuma não agredir pra se defender. E isso tá junto com o pensamento de sempre elogiar mais do que criticar, e sempre acreditar mais do que se estressar. Porque a vida é assim: o pensamento atrai.
Eu, na contagem regressiva pras férias, dei um gás sensacional no trabalho. A intensão é conseguir sair de férias psicologicamente e, principalmente, não prejudicar os colegas que ficam. Resultado: na terça e quarta eu conclui uma avalanche de pedidos.
Mas aí, como nem todo mundo tem a mesma filosofia que eu, sou interrompida do meu super cachorro quente matinal, pra ir a sala do chefe.
Chegando lá ele - aquele do bilhetinho - me faz a seguinte pergunta: "Você faz sempre pedido em bloco, assim? Porque tem pedido demais. Não dá pra fazer de uma maneira mais spot?".
Minha vontade era de soltar um monte de indiretas mas, tentando preservar o bom relacionamento, utilizei aquelas frases típicas de administrador, e me retirei.

A pergunta que fica é: se eu já fiz pedido demais essa semana, então não preciso fazer mais? Posso ir embora, então?
Eu só não vou me estressar, porque hoje é sexta. Mas que chefe tem esse dom incrível de desmotivar a equipe, isso tem!


Mas enfim, vamos falar de coisa boa?
E o Flamengo, hein?


21 dias.

h'[m]

terça-feira, 26 de julho de 2011

O barulho do Silêncio

Quem me conhece sabe que eu não sou de me estressar. Não me irrito por pouco, não bato-boca e muito menos rebato uma agressão, seja ela fisica ou verbal.
Ontem foi um dia pra praticar o silêncio. Que tenha sido como forma de me proteger de um comentário mal empregado ou simplesmente para absorver o pensamento alheio. Já foi!
Como nunca tive o dom de proferir as melhores palavras pra determinados momentos, opto por praticar o silêncio sempre que me sinto mais vulnerável.
O importante é que o silêncio que me corrói, de certa forma, ajuda a cicatrizar e abafar qualquer avalanche de informações desnecessárias.

E foi assim que chegamos ao primeiro mês de felicidade, compartilhamento e muito aprendizando.
E que continue assim, do jeito que eu mais gosto: Intenso.

h'[m]

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Se ainda fossem de gelatina...

Eu sempre achei que não era ciumenta até que, né? Acontece!

Você tá lá, no meio da night, um cara chega na sua namorada! Você dá uma torcida de nariz, e segue em frente.
Uma menina seca sua namorada enquanto ela dança pra você. Você dá uma gargalhada a la Paola Bracho e vive a vida.
Mas aí lê um comentário de algo do passado e ploft: você vira o bicho! Quem? Por que? Quando? Como?

Detesto sentir ciúme. Detesto. É algo que me corrói tanto, mas tanto, que chega a me irritar. Acho que me incomoda saber que tô com ciúme, do que o ciúme em si.
Ciúme pra que, Fernanda? Pra que, me diz? Você nem sabe o que ou como é seu inimigo, e se realmente é um inimigo. Mas você já tá lá, se ardendo de raiva por dentro, por algo que você nem sabe o que realmente foi. Você é um Loser!
Tô aqui num séria sessão de auto-análise e concentração, tentando me explicar que o que foi, já foi. Eu eu até tô me explicando direitinho, o problema é o me entender.
Vá ser difícil assim na putaqueOpariu, hein!?

h'[m]

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Vai dar Merda

Minha chefe hoje comentou que está super insatisfeita com a equipe. Coincidência ou não, ela falou isso logo após eu receber um comentário/informação tipo "nota de rodapé" sobre um colega de equipe. Eu fico num determinado canto, que as coisas só chegam por aqui via sopro. Eu só ouço o final dos comentários e, graças a sei-lá-quem, eu não sou do tipo que se mete muito na vida dos outros.
Eu ouço uma coisa daqui, outra dali. Algumas coisas saem pelo mesmo jeito que entraram, e outras coisas ainda me chocam. A pessoa quer avacalhar, pode avacalhar. Mas precisa ser tanto, assim, pracaralho?
Na boa, amigues. Vai dar merda lá na frente, e eu não quero nem estar perto quando isso acontecer.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Nenhuma novidade, na verdade

Falar que eu sou daquele tipo de pessoa que se joga de cabeça na paixão, não seria surpresa pra ninguém. E falar que eu tô namorando e extremamente apaixonada, também não. A novidade é que eu tenho acordado cada dia mais apaixonada.Quando eu durmo com ela e acordo no meio da noite, fico quietinha, observando, imóvel, de algum jeito que eu não a acorde. É uma maneira de sentir que ela tá ali, no meu ombro, e ter aquela sensação super gostosa de que não vai sair nunca mais.

A gente quase não tem conflitos (não lembro de nenhum, pra dizer a verdade) e isso é super arrematador. Ela me surpreende a cada dia, como ontem, que fez um jantar supergostosinho antes da sessão cinema com Le Petit Nicolas, acompanhado de uma supertravessa de morangos com brigadeiro. Ela cozinha. Eu lavo a louça. Diz ela que é uma divisão superjusta. E quando ela monta aquele sorrisinho de quem tá resmungando, quem sou eu pra questionar?
Minha vida de solteira é linda. Minha vida de apaixonada é fantástica.

Hoje tem encontro de blogayros com presença do paulista. Quem quiser, é só se achegar!
Vamos dividir os sonhos, a felicidade e a vida, babes!

;*
h'[m]

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Hellomotta Atualizou seu Relacionamento

Corrigindo a informação anterior, sim, eu tô namorando. Talvez esse seja o motivo do meu sumiço deste canto. Ontem até tentei postar pelo BBerry, mas não consegui. Aliás, esta é mais uma informação: eu não resisti às tentações de minha senhora e meu melhor amigo e aderi à tecnologia do BBM. Estou completamente viciada. Se alguém tiver, é só adicionar meu PIN: 26AC54B7.

Esse final de semana foi beeeem movimentado. Duas festas de família: um churrasco na minha e um jantar na dela. A gente é meio Eduardo e Mônica, lembra? Então... uma semana de namoro e já ir conhecer a família é meio tenso, mas encarei. Os dois foram muito tranquilos. Na minha família, irmã, primos - e agora tia também - sabem. Minha tia foi suuuper tranquila, mas também, ela é a única não-beata da família. Ela deu a maior força pra falar e assumir definitivamente, e falou que, no fundo, todo mundo sabe. Tu jura, né? hahahaha
O intuito do churrasco era confraternizar os "filhos de primos" - considerando a linha do meu pai, tios e os primos deles. Conheci uns "primos" que nunca tinha visto na vida. E eu chegando lá, com a minha namorada. Não é por nada, não... Mas a minha era a mais linda de todas. E eu achei isso lindo!
No jantar do outro lado da poça foi meio tenso. Além de ser um clima bem mais formal, tem o aspecto de eu ser um tanto quanto diferente, mas acho que segurei a barra legal. Exceto pelo fato de soltar um "amor" bem na mesa do café da manhã. Como se soletra ouch?

Como as emoções do final de semana não poderiam acabar as 19h26 de um domingo, às 19h27 recebo um sms dizendo que meu pai tá internado de novo.
O pior é quando a gente descobre o motivo (deixou de tomar o remédio por vontade própria), a gente fica puto, né? Mas pais são foda, depois de certo tempo vão virando filhos! Acalmei, respirei e pedi paciência pra mim e saúde pra ele.
Depois de um dia punk no trabalho, lá vou eu me locomover a um suuuper divertido (#noT) passeio em hospital!


Saindo do forno:
Voltando pra estação de trabalho, um amigo comenta:
- Tá bonita hoje!
- Claro, né, te trouxe comida!
- Não, é sério. Tá toda bonitona. Algum motivo?
- "Estoy enamorada, y este amor me hace grande" - respondi, cantarolando e rindo.

É tão bom receber elogio... Estar apaixonada, então, melhor ainda!

;*
h'[m]

sábado, 25 de junho de 2011

It's not like the movies

Ela é de capricórnio e eu de gêmeos. Ela mora na zona sul. Eu, na zona norte. Ela nasceu em Niterói, eu também. Ela mora sozinha. Eu, com meu pai. Eu sou independente, ela é absurdamente dependente da mãe. Ela frequenta lugares da elite. Eu, boteco com os amigos. Ela é bagunceira, eu também. Ela é extremamente vaidosa, eu não. Ela combina a unha, roupas, bolsa e sapato. Eu coloco uma calça jeans, tenis, uma blusa e uso o bolso. Ela conhece quase toda a Europa e passa as férias esquiando em Aspen. Já eu, sequer saí do país.

Apesar de toda essa diferença, eu adoro estar com ela, mesmo que sempre morra de vergonha. Ela se esforça, nitidamente: começou a frequentar a casa dos meus amigos, que a adoraram. Eu não conheço um amigo dela sequer. Eu a admiro. Ela me acha "cute". Ela é a Mônica. Eu, o Eduardo. Ela, a Lady. Eu, the Tramp.
Mas eu confesso que - apesar de todo esse sentimento de estar bem comigo mesma - essa diferença de estilo de vida me assusta bastante. Filme tem roteiro. Nossa vida, não. Como eu posso descobrir onde fica a tênue borda que separa ficção e realidade?
"O que fazer?", "como deve ser?", não faço a menor idéia. A questão é que comer macarrão sem ela já tá ficando super sem graça.

f'[m]